A utilização da técnica Laser Scanner 3D para a produção de modelos e réplicas de peças arqueológicas é realidade no Brasil, fruto de parceria firmada entre a Zanettini e a empresa canadense Up3D. Conheça os resultados e aplicações dessa tecnologia para fins científicos, conservação e educação.






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A memória do trabalho e dos trabalhadores, o processo de produção e a integração das antigas fábricas com a vida cotidiana na região que elas se estabeleceram são revelados quando a Arqueologia chega a terrenos que abrigaram indústrias.

Entre 2011 e 2012 a Zanettini Arqueologia pesquisou o local onde existia o complexo industrial Água Branca, parte das Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo (IRFM), o maior da América Latina entre os anos 1930 e 1940. Localizadas na Avenida Francisco Matarazzo, zona oeste da cidade de São Paulo, as indústrias começaram a se instalar no final dos anos 1910 e encerraram as atividades no final dos 1970. No término dos anos 1980, as estruturas representativas de fábricas com arquitetura inglesa foram demolidas.

Boa parte do sítio arqueológico é composta pelos vestígios da Fábrica de Margarina Matarazzo, uma das primeiras a produzir o produto em larga escala no Brasil.

Na área foram descobertos alicerces e pisos, além de garrafas de vidro, recipientes de plástico (embalagens de margarina) e artefatos metálicos.

Operação Patrimônio

Durante os meses de novembro e dezembro, a equipe da Zanettini Arqueologia vai percorrer os bairros da Água Branca e Barra Funda socializando os resultados obtidos com as pesquisas, ressaltando a importância do patrimônio cultural na construção, negociação e afirmação das identidades e memórias locais.

O Programa de Educação Patrimonial “Arqueologia vai à Fábrica: Operação patrimônio” é composto por oficinas de formação com professores de escolas dos bairros, rodas de conversa e uma exposição interativa. Essas ações resultarão em mapas afetivos dos bairros, contanto com a interação dos atores locais. Esses mapas consistem em uma leitura particular do território pelas próprias pessoas que moram, trabalham, estudam ou passam pela região cotidianamente, visando relacionar a questão patrimonial ao sentimento de pertencimento.

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